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Quando os meios de comunicação entram em sala de aula

Tem-se dito que a escola é uma instituição do século XIX com a atuação dos professores, que ainda vivem no século XX, que ministram suas aulas para crianças e jovens nascidos no século XXI

Por: Brisa Teixeira – Publicado no Portal da Futuro Eventos

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Hoje nossos alunos são os chamados de nativos digitais. Eles pensam, criam, leem, escrevem e ouvem a partir de seus conceitos de espaço e tempo mediatizados. Tudo a isso a uma velocidade quase que incompreensível para muitos adultos.
Crescer neste ambiente tecnológico influencia o comportamento e as atitudes desta nova geração, que cresceu com um controle remoto na mão. Eles já nasceram se comunicando por meio de mensagens eletrônicas, se divertem com os jogos em seus celulares e tablets e baixam listas de música tudo de maneira eletrônica. É esta criança e este jovem de hoje que vêm ditando as regras do jogo e desafiando os professores a mudar seus métodos de ensino. Enfim, temos uma geração conectada que espera de seus mestres a mesma conexão, rapidez de raciocínio e novas formas de ensinar.
Os professores, por sua vez, possuem conhecimento, experiência, que serão necessários para mediar um conhecimento, em que todos aprendem juntos. Nesse processo, muitos professores vêm se utilizando das mídias como ferramenta de ensino. Os meios de comunicação são um poderoso recurso para a aprendizagem, se bem utilizado. Mais do que nunca é preciso promover em nossas crianças e jovens uma leitura crítica dos meios de comunicação.
Já dizia Paulo Freire – que sustenta uma corrente de pensamento dialógico – que a convergência da comunicação com a educação são processos de um mesmo fenômeno. A educomunicação, ou como muitos preferem denominar, a mídia-educação, é um campo de intervenção cultural e social autônomo, cujo núcleo constitui a relação transversal entre educação e comunicação. É um campo que sempre está em construção, uma vez que sofre influência de um contínuo processo de transformação social pela inovação tecnológica.
Para manter o interesse da descoberta e dando valor real para esse conhecimento, a aprendizagem por meio da mídia, quando presentes em sala de aula, ajuda a manter a atenção dos alunos de uma maneira que eles passam a fazer associações com o mundo real. Atividades como essas permitem uma interação dinâmica entre professores e alunos, fazendo com que as diferenças de gerações entre alunos e professores diminuam. Todos podem aprender juntos.
Fonte: Publica no Portal da Futuro Eventos

6 vantagens de fazer um doutorado profissional

Uma boa notícia para quem que se aperfeiçoar profissionalmente, realizando um doutorado. É isso mesmo, até então só existia o mestrado profissional, mas no dia 24 de fevereiro, o Ministério da Educação anunciou, a adoção da modalidade de doutorado profissional, no âmbito da pós-graduação stricto sensu.

O mestrado profissional existe desde o início na década de 1990 e hoje conta com 718 cursos em funcionamento. Com a possibilidade do doutorado profissional, mais profissionais estarão ampliando os seus conhecimentos e estudos para atuar no mercado de trabalho. Isso trará uma maior qualificação de profissionais para atender as demandas sociais, promover o desenvolvimento nacional, a inovação e aumentar a produtividade em organizações públicas e privadas.

Titulação – A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) terá o prazo de 180 dias para regulamentar a oferta, avaliação e o acompanhamento dos programas de mestrado e doutorado profissional.

Agora que você já sabe que é possível ter a titulação de doutorado profissional, enumeramos as vantagens dessa titulação para o seu aperfeiçoamento profissional:

1) A universidade é uma fonte de inovações – A universidade é uma grande fonte de saber e é lá que encontremos a fonte de inovações nas mais diversas áreas. Isso permite o acesso a diversos conhecimentos e tecnologias de última geração em seu campo de estudo.

2) Vantagem competitiva – Escutamos muito que não é preciso titulação para conseguir entrar no mercado de trabalho. Isso pode ser uma verdade, mas quem tem titulação e conhecimentos agregados e atualizados têm as portas abertas para as melhores vagas no mercado de trabalho. O conhecimento adquirido garantirá uma grande vantagem competitiva em relação aqueles que não buscaram qualificação.

3) Reconhecimento profissional – Um doutorado não é apenas uma titulação. Ele lhe dá chances de ser reconhecido e respeitado no ambiente profissional.  Os artigos científicos publicados e a participação em congressos, muitos deles internacionais, lhe darão a oportunidade de estar em contato com outros profissionais, que estarão divulgando inovações e compartilhando informações atualizadas e de alto nível na sua área de atuação.

4) Inserção de novas técnicas e tecnologias – A empresa que você trabalha pode estar saturada e repetindo velhas fórmulas de execução. Nesse processo, você pode ser o protagonista de uma nova maneira de pensar e executar processos, trazendo novidades para a gestão do dia a dia da sua empresa.

5) Desenvolvimento do pensamento crítico – Estar em contato com o meio acadêmico pode ajudar você a desenvolver um senso crítico em relação ao seu trabalho, sua profissão e a toda uma área de conhecimento. O saber acadêmico frequentemente nos dá uma visão mais “macro” das coisas, que extrapola as informações com as quais lidamos no trabalho cotidiano.

6) Possibilidade de ser um palestrante e de dar aulas – Pessoas ávidas por informação e conhecimento querem aprender com pessoas qualificadas. A titulação agrega muito ao profissional que quer ampliar a sua atuação profissional, seja como palestrante ou como professor em universidades. Isso sem contar que com um título de doutor, você será bem remunerado seja para dar aulas ou para palestrar em congressos de alta qualidade.

Fonte: Material publicado no site da Futuro Eventos

Boa notícia para a cobertura jornalística em educação

JEDUCA
Foi lançada hoje, em São Paulo, a Jeduca – Associação de Jornalistas de Educação. Mesmo sendo um tema prioritário para o País, a educação ocupa pouco espaço na mídia nacional. Isso sem contar que o jornalista que cobre educação nem sempre é especializado no tema, diferente do que acontece com a cobertura de outras editorias como política, economia e esportes. Resultado disso, o pouco de cobertura que existe, nem sempre é de qualidade.
Com a Jeduca, o objetivo é justamente esse: melhorar a cobertura de educação na imprensa em todo País. Para isso, jornalistas, que cobrem o tema, e estudantes de Jornalismo serão conectados, por meio da Associação, para fomentar o interesse pelo tema e prepará-los para escrever sobre o assunto.
Grandes jornalistas especializadas de veículos como Folha de São Paulo participam da Associação, abrindo espaço para outros profissionais da comunicação para se associar. Serão oferecidos serviços gratuitos e toda a assistência para quem cobrir a área, pensando e debatendo como pode ser apurada da melhor forma a educação na imprensa. A ideia – e quem tem tudo para dar certo – é abrir uma rede de discussões sobre a área.
Para saber mais, acesse o site da Jeduca – www.jeduca.com.br

Imagine como será a educação em 2044…

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Imagine como estará a nossa educação em 2044… Imaginou? Tá difícil ter uma ideia de como estaremos daqui 30 anos? Renomados palestrantes farão esta prospecção no XI Workshop NPT – Educação em 2044. O evento ocorrerá dia 7 de novembro, no Anfiteatro do FEA-RP (Ribeirão Preto) e traz o tema “Educação em 2044”. O evento é anual e já está na sua 11.ª edição. Para aqueles que não terão possibilidade de estar no local, será possível acompanhá-lo online.

As inscrições estão abertas e são direcionadas para estudantes de graduação, pós-graduação e profissionais da área com objetivo de incentivar eventos científicos na área tecnológica e educacional.

O valor de investimento é de apenas R$50, valor simbólico se considerarmos que teremos entre os palestrantes nomes como Romero Tori, Vani Moreira Kenski e Frederic Michael Litto.

Para se inscrever no evento e obter mais informações clique aqui

Uma tarde no Passeio Público com Marcos Meier

Local escolhido: Passeio Público. Motivo: está em frente do apartamento onde mora e é onde nosso entrevistado gosta de passar as horas livres para ler, meditar e fazer anotações, que na sequência se transformam em livros, grandes palestras e ótimos bate-papos em programas de TV e Rádio. Nesta quarta-feira, as jornalistas Brisa Teixeira (Tic Tag – Comunicação & Inovação) e Patricia Melo (Presença – Comunicação Educacional) entrevistaram o professor, psicólogo e mestre em Educação, Marcos Meier. Foi uma tarde muito agradável onde o roteiro de perguntas era modificado a cada momento em que Marcos Meier dava algumas “deixas” para novas perguntas que não estavam no script.

Após escutar do educador que na escola ele era um menino tímido e hoje ver a grande (literalmente) pessoa que é com tanta popularidade nas redes sociais e com uma audiência enorme em suas palestras em todo o Brasil e ainda com uma facilidade e dom de se comunicar frente às câmeras é no mínimo uma lição a todos aqueles que um dia sonham em ser um pouquinho que seja dessa grande pessoa. Pessoa esta que admiro desde os idos de 2004, quando assessorava o Santa Maria, colégio onde Marcos era coordenador.

Marcos Meier Brisa Teixeira Patricia Melo

Na imagem, Marcos Meier conversa com as jornalistas Brisa Teixeira e Patricia Melo. (© foto Milcho Pipin (www.mpipin.com).

Diretora da Estácio, Sheyla Mara Coraiola, escreve artigo, no Jornal do Estado, sobre o uso da tecnologia na educação

Artigo_Sheyla Coraiola

 

Tecnologia a serviço da melhoria na educação

*Sheyla Mara Coraiola

As tecnologias da informação e comunicação, principalmente a internet, têm apresentado ao meio educacional, novas alternativas de ambientes, de possibilidades, de atuações docente, de avaliação, e novos desafios pedagógicos. Muitos desses desafios se refletem em sala de aula que precisa e deve acompanhar as inovações tecnológicas, mas em muitos casos continua empregando as velhas práticas pedagógicas.

A construção do conhecimento não é um processo passivo e sim ativo do sujeito interagindo com o mundo. Nos dias de hoje esta interação com o mundo é cada vez mais rápida e fácil quando se utiliza os recursos certos. Isso acontece nos nossos locais de trabalho, em nossas famílias, em nossos círculos de amizade (com as redes sociais, por exemplo), e por que não acontecer também em sala de aula?

Recursos tecnológicos em sala de aula, se bem utilizados, podem trazer diversos avanços e um enriquecimento no processo ensino aprendizagem. Temos hoje, não só em educação a distância, mas também na educação presencial softwares, androides e aplicativos desenvolvidos especificamente para utilização pedagógica, tanto pelo professor quanto pelo aluno.

O recurso do tablet em sala de aula é um exemplo bem atual de recurso tecnológico que permite essa interação de forma simples e prática. Cada vez mais universidades, faculdades, e empresas percebem isso, e investem na implantação de recursos digitais com o objetivo de efetivas construções de conhecimento, seja para formar um profissional com competências exigidas pelo mercado, seja para a solução de problemas e competitividade.

A educação atualmente tem o papel não apenas de transmitir informações, mas de educar e preparar para a realidade como um todo, inclusive a realidade de empresas e do mercado de trabalho cada vez mais competitivo, que busca profissionais qualificados e os capacita para solucionar problemas.

A busca por novos ambientes de aprendizagem, aliada às tecnologias da comunicação e informação é a base para o fortalecimento da educação. Trata-se de uma nova forma de ensinar, que obtém intensidade no processo interativo, permite a troca de informações, propiciando formação de opiniões, induzindo a uma aprendizagem autônoma e emancipadora, mas também motivando para uma aprendizagem colaborativa.

Promover essa consciência pedagógica inovadora é o grande desafio dos profissionais de educação. Este profissional deve estar preparado para enfrentar obstáculos profissionais e sociais, o que pode alcançar através de um ensino-aprendizagem colaborativo e com diversas tecnologias aplicadas à educação.

Essas novas tecnologias aplicadas à educação facilitam e auxiliam a aprendizagem. São recursos tecnológicos de dimensões gigantescas, que abrange todo o mundo, tem potencialidades surpreendentes e uma variedade de métodos de comunicação, além de não ter limites de distância ou de tempo.

O uso das tecnologias na educação proporciona novas relações na prática pedagógica e, por meio da utilização de metodologias, ferramentas e conceitos, busca desenvolver valores coerentes e oportuniza a melhoria contínua no processo educacional. A educação a distância, os tablets, os ambientes virtuais de aprendizagem e a aprendizagem colaborativa on-line estão contribuindo para a educação neste sentido.

 

*Sheyla Mara Coraiola é diretora da Faculdade Estácio, em Curitiba

TCC de aluna da Estácio é tema de matéria na Revista Documento Reservado

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A edição de dezembro da Revista Documento Reservado, do jornalista Pedro Ribeiro, trouxe uma matéria especial sobre o preconceito da adoção. Matéria foi sugerida pela empresa parceira Pauta & Conteúdo, que cuida da conta da Faculdade Estácio, em Curitiba, a partir do TCC “A influência do preconceito de cor no processo de adoção no Brasil”. Pesquisa da acadêmica de Direito da Estácio, Rossinéia Oliveira, orientada pela professora e advogada Cristiane Leamari Castro.

Isabel Parolin fala sobre Limites, na Rádio Evangelizar

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Em 2013, o tema pedagógico desenvolvido pelo Grupo Expoente é Limites – Respeito e Superação. Com esta iniciativa o Grupo Expoente coloca em pauta e faz uma reflexão com professores, familiares e alunos a refletirem sobre as nuances e significados desse conceito que está diretamente ligado às relações humanas.
O tema é dividido em 12 “eixos” e estará presente nas imagens das capas e nos conteúdos do material didático, nas agendas escolares e no Portal Escola Interativa. Em janeiro, a psicopedagoga Isabel Parolin, a autora do livro “Limites – Respeito e Superação” concedeu entrevista à Rádio Evangelizar, no programa Diálogo, apresentado pelo radialista Sérgio Silva.