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Catraca Livre – Litercultura Festival Literário, em Curitiba

Litercultura
Um dos mais importantes escritores e tradutores brasileiros da atualidade, Eric Nepomuceno, fará um mergulho no universo dos escritores de diferentes épocas, nacionalidades e estilos, contando suas manias e hábitos. Na lista, estão desde o próprio palestrante até autores que ele traduz como Gabriel García Márquez, Eduardo Galeano, Juan Carlos Onetti e Julio Cortázar.
A iniciativa faz parte do programa Litercultura Festival Literário e ocorrerá no dia 22, às 20h15, no Clube Curitibano – Sede Concórdia.
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 815 – São Francisco Curitiba / PR). Os ingressos estão disponíveis no Memorial de Curitiba.
Mais informações sobre este evento e outros do Litercultura em www.litercultura.com.br ou pelo telefone (41) 3222-8685.

Download gratuito: Cartilha Tecnologias na Escola

claro

Ilustração: Tom B

O Instituto Claro disponibiliza no seu site a cartilha “Tecnologias na escola – como explorar o potencial das tecnologias da informação e da comunicação na aprendizagem?” (clique aqui). O documento é de 2010 e falando-se em tecnologia quatro anos é muito tempo tanto que  por ali encontram-se ferramentas que nem existem mais como o Orkut. Mesmo assim, a cartilha continua atual, uma vez que inúmeros outros recursos são recomendáveis para uso e que estão em plena atividade na web, no entanto, pouco explorados em sala de aula.
O professor Carlos Seabra é autor da cartilha e a dividiu em: navegação na internet (por exemplo: buscadores como o Google, Wikepédia e o Bing; WebQuest, WebGincana), comunicação (Google Talk, Skype), Vídeo (uso do Youtube, elaboração de um projeto, roteiro, seleção de equipamentos e locais, filmagem, edição de áudio e vídeo e por fim autorização de uso), Som (podcasts, softwares de edição como o Audacity, audiobook), Imagens (Flickr, Picasa, fotolog), Blog (criação de blogs individuais ou em grupo), Textos e planilhas (Processador  de textos, planilha eletrônica, apresentação de slides e gerenciador de bancos de dados), Mapas ( (ferramentas de geoprocessamento, como o Geobusca, Google Maps ou Google Earth), Redes Sociais (Twitter, Facebook) e Jogos e simulações (games sociais, simuladores de voo, Portal do Jogos Cooperativos Computacionais, Banco Internacional de Objetos Educacionais).
Seabra diz na cartilha que: “para que estas tecnologias sejam significativas, não basta que os alunos simplesmente acessem as informações: eles precisam ter a habilidade e o desejo de utilizá-las, saber relacioná-las, sintetizá-las, analisá-las e avaliá-las (…) ir além de respostas simples”.

Tom & Jerry agora é politicamente incorreto! (?)

Tom & Jerry fez parte da infância de muitas crianças por muitas décadas. E quem poderia imaginar que em pleno Século XXI esse desenho seria considerado politicamente incorreto? Tom & Jerry deixará de ser exibido no Cartoon Network – dono dos direitos de exibição da animação no Brasil.
Os censores alegam conteúdo violento entre as brigas do gato com o rato, onde o gato é o grande vilão da história. Quem diria Tom pode ser considerado um péssimo exemplo para as crianças, segundo representantes do canal pago. Nem parece que é de Tom & Jerry que estamos falando não é mesmo?
Isso nos faz lembrar quando tentaram censurar Monteiro Lobato em livros didáticos na rede pública. Algumas passagens dos livros Caçadas de Pedrinho (1933) e Negrinha  (1920) foram consideradas racistas pelo Instituto de Advocacia Racial e Ambiental (Iara).
Uma nota publicada pela Academia Brasileira de Letras (ABL), na época, repudiava a tentativa de censura: “cabe aos professores orientar os alunos no desenvolvimento de uma leitura crítica. Um bom leitor sabe que tia Anastácia encarna a divindade criadora dentro do Sítio do Picapau Amarelo. Se há quem se refira a ela como ex-escrava e negra, é porque essa era a cor dela e essa era a realidade dos afro-descendentes no Brasil dessa época. Não é um insulto, é a triste constatação de uma vergonhosa realidade histórica”.
E agora essa triste constatação recai nos desenhos de Tom & Jerry. Quanto moralismo, não é mesmo?
Fonte: informações editadas a partir de InfoEscola e VejaSP

Jornalista da Gazeta do Povo entre os vencedores do Prêmio Estácio de Jornalismo

Foto: Ana Colla

Jornalista Jônatas Dias Lima.

O jornalista Jônatas Dias Lima (foto), da Gazeta do Povo, de Curitiba, conquistou o Prêmio Estácio de Jornalismo – edição 2014, na categoria Impresso Regional, ontem (24), quando foi anunciado os vencedores, em cerimônia na Zona Sul do Rio de Janeiro. A festa de premiação reuniu cerca de 80 profissionais de comunicação de todas as regiões do Brasil

A reportagem premiada de Jônatas foi publicada no dia 3 de março de 2014, no caderno especializado em Educação Vida e Universidade. Com o título “Burocracia trava avanço científico”, a matéria (leia ela completa aqui) trata de uma triste realidade no campo científico em que muitos estudos no Brasil são abandonados devido ao tempo de espera e à burocracia referente à longa lista de procedimentos exigidos.

“Os longos prazos e o excesso de procedimentos para avançar estudos são entraves a serem contornados pelos pesquisadores, impedem o Brasil de ser cientificamente competitivo e comprometem avanços que trariam impacto na vida de toda a população, como o desenvolvimento de medicamentos mais acessíveis e eficazes”, relata um dos trechos da reportagem.

Um total de R$100 mil foi distribuído entre os nove prêmios da quarta edição. O prêmio para a categoria que Jônatas venceu, modalidade regional impresso, foi no valor bruto de R$ 8 mil. Já na modalidade nacional foi de R$12 mil.  As modalidades regional e nacional foram divididas nas categorias Impresso (Jornal e Revista), Televisão, Rádio e Internet. O vencedor do prêmio principal, o Grande Prêmio Estácio de Jornalismo 2014, recebeu a quantia bruta de R$ 20 mil. Todos receberam certificado e troféu alusivos à premiação.

A quarta edição superou o número de trabalhos inscritos em todas as edições. Com 261 reportagens concorrentes. A comissão final que apontou os nove vencedores deste ano foi composta por Augusto Nunes, colunista da revista Veja online e vencedor de quatro prêmios Esso; Arnaldo Niskier, doutor em Educação e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL); Cristiane Correa, ex-editora-executiva da Revista Exame, escritora e palestrante, especializada nas áreas de Negócios e Gestão; Ilona Becskeházy, consultora da Fundação Lemann e comentarista de educação da rádio CBN; e Vera Iris Paternostro, gerente de desenvolvimento de jornalismo da TV Globo e autora de livros.

Confira todos os premiados:

Grande Prêmio Estácio de Jornalismo
Veículo: O Estado de S. Paulo
Reportagem: Especial USP 80 anos
Autor (es): Paulo Saldaña, Luciana Constantino, Ana Sacoman, Andrei Netto, Barbara Ferreira Santos, Edson Veiga, Gabriel Manzano, Giovana Girardi, José Maria Mayrink, Marina Azaredo, Mônica Manir, Pablo Pereira, Roberto Godoy e Victor Vieira

Impresso Nacional
Autor(es): Fabio Takahashi, Mario Cesar Carvalho e Eduardo Geraque
Reportagem: Gastos fora de controle nas universidades de São Paulo
Veículo: Folha de S. Paulo

Impresso Regional
Veículo: Gazeta do Povo (Curitiba – PR)
Reportagem: Burocracia trava avanço científico
Autor: Jônatas Dias Lima

Internet Nacional
Autor(es): Davi Lira e Ocimara Balmant
Reportagem: Série Ciência com fronteiras
Veículo: Portal IG

Internet Regional
Veículo: Portal Tribuna do Norte (Natal – RN)
Reportagem: Nova indústria, novas oportunidades
Autor(es): Renata Moura e Cledivânia Pereira

TV Nacional
Veículo: Globo Universidade, da Rede Globo
Reportagem: 10 anos de cotas na UERJ
Autor(es): Camila Konder, Alexandre dos Santos, Maria Lindenberg, Julia Braga, Rogério Coutinho, Vinicius Carvalho, José Luz e Rodrigo Nogueira

TV Regional
Veículo: Tribuna Notícias, da TV Tribuna (Vitória – ES)
Reportagem: Reescrevendo a própria história
Autor(es): Mariana Rodrigues, Alex Nepomuceno, Anderson Rocha e Janine Jordaim

Rádio Nacional
Veículo: Rádio CBN
Reportagem: Geração nem nem
Autor(es): Elaine Freires e Bianca Lemos dos Santos

Rádio Regional
Veículo: Rádio O Liberal – CBN (Belém – PA)
Reportagem: Faculdades irregulares acabam com sonhos de universitários
Autor(es): Celso Freire e Cira Pinheiro

Fonte da notícia: adaptada de material enviado pela Pauta & Ideias – Assessoria de Comunicação da Estácio, no Paraná (jornalistas Adriane Perin e Talita Vanso)
Fonte foto: Ana Colla

X Anped Sul – dias 26 a 29 de outubro, em Florianópolis

Anped

A Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, através do Programa de Pós-Graduação em Educação, e o Fórum Sul de Coordenadores de Programas de Pós-Graduação em Educação convidam para a X ANPED Sul – Reunião Científica da ANPED, que será realizada de 26 a 29 de outubro de 2014, no campus I da UDESC, em Florianópolis, Santa Catarina. Tendo por tema A pesquisa em educação na Região Sul: percursos e tendências o evento, organizado pelos Programas de Pós-Graduação em Educação na região sul, marca sua décima edição.

Confira programação completa

Serviço
X ANPED Sul
Local: Campus I da UDESC (Florianópolis)
Endereço: Av. Madre Benvenuta, 2007
Dias: de 26 a 29 de outubro
Informações:  (48) 8844-6161 – de segunda a sexta das 13h às 16h

Fonte: Site do evento

Cultura Popular para todos os públicos

A cultura popular é a inspiração do projeto paranaense “Malasartes no Vale do Ribeira”, que conquistou o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2012 (categoria Circulação de Espetáculos). Oito municípios localizados no Vale do Ribeira – região montanhosa, algumas vezes isolada e com baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) – irão receber os espetáculos da Malasartes – Educação Sensível. Serão ao todo 54 sessões de duas montagens teatrais: “Dedo de Prosa” e “O Artesão da Alegria”. A primeira será apresentada em duas versões, uma para crianças e outra para todas as idades. Já “O Artesão da Alegria” é dirigido ao público infantil.

Há mais de 15 anos a Malasartes realiza ações de forma itinerante em espaços comunitários, como escolas, bibliotecas, teatros, instituições assistenciais, praças, salões, entre outros. “Pretendemos estimular o gosto pela linguagem teatral, por meio de experiências culturais e das manifestações artísticas da tradição popular. Através de antigas histórias, brincadeiras de roda, brinquedos artesanais, cantigas e folguedos, oportunizamos a integração entre jovens, crianças e adultos”, explica Vinícius Mazzon, um dos artistas e idealizadores do projeto. Ele ressalta que os espetáculos do grupo costumam inspirar-se no repertório da cultura popular. “Isso nos permite apresentar espetáculos até mesmo na rua, seja em uma capital ou em uma cidade do interior”. Para ele, a cultura popular é um rico depósito de conhecimento, que vem se reelaborando constantemente há séculos no Brasil. “Beber nessa fonte, que nos encanta, ajuda-nos a criar espetáculos mais bonitos, mais interessantes”.

Um dos municípios que irá receber a Malasartes é Iporanga (SP). O Supervisor Municipal de Ensino, Paulo Sérgio Furquim, conta que apresentações deste gênero são raras em cidades localizadas longe dos grandes centros. “A expectativa é de que tantos os alunos das unidades escolares, quanto a população em geral tenham acesso à cultura proporcionada por este projeto”. Já para Rita Armstrong, Coordenadora de Cultura de Adrianópolis (PR), outro município a ser contemplado, projetos como este deveriam ser desenvolvidos sempre que possível em todos o Brasil. “Estamos extremamente ansiosos para a apresentação, algo inédito em nosso município”, conclui.

 Prêmio Myriam Muniz

O prêmio é uma concessão anual, que tem como objetivo conceder apoio a projetos que visam o desenvolvimento de atividades artísticas de teatro. De acordo com Mazzon, este prêmio financia companhias de teatro em todo o Brasil e é um dos mecanismos mais eficientes que o Governo tem para isso. “Nesta edição, outras companhias paranaenses também foram contempladas, o que certamente contribui para o aprimoramento da arte no Estado. Além disso, também é uma forma de reconhecimento de que aqui no Paraná há artistas e criações de qualidade. Creio que nos últimos anos a produção artística paranaense tem evoluído em ritmo acelerado, e os prêmios conquistados demonstram isso”.

A coordenadora de teatro da Funarte, Heloisa Vinadé, conta que a disputa pelo prêmio foi acirrada, sendo que a Malasartes concorreu com outras 96 propostas da região sul. “Este projeto justificou sua nota máxima em todos os critérios, especialmente a excelência artística, a qualificação dos profissionais envolvidos e a relevância cultural”. Para ela, um dos diferenciais é o foco em contos populares, fortalecendo a tradição da cultura brasileira. “A escolha da circulação pelo Vale da Ribeira, uma região que tem carência de espetáculos teatrais, foi fundamental para eleger o projeto”.

Informações
A turnê pelo Vale do Ribeira, financiada pela Funarte, Ministério da Cultura e Governo Federal, irá percorrer os seguintes municípios: Rio Branco do Sul (PR), Bocaiúva do Sul (PR), Cerro Azul (PR), Doutor Ulysses (PR), Adrianópolis (PR), Ribeira (SP), Apiaí (SP) e Iporanga (SP). Confira as datas já agendadas:

 Dedo de Prosa

  • Adrianópolis: 13 de maio
  • Ribeira: 14 de maio
  • Apiaí: 15 de maio
  • Iporanga: 16 de maio e 17 de maio
  • Bocaiúva do Sul: 20 de maio
  • Rio Branco do Sul: 21 de maio

Artesão da Alegria

  • Rio Branco do Sul: 6 e 7 de junho
  • Rio Branco do Sul: 13 e 14 de junho
  • Cerro Azul: 20 de junho
  • Doutor Ulysses: 21 de junho

Crédito da Notícia: Patrício Melo

Robótica será atração no estande do Expoente, na 20.ª Educar/Educador

A possibilidade de construir o conhecimento com situações reais é uma das propostas da Robótica Educacional do Grupo Expoente, que receberá um destaque especial no estande da instituição durante a 20a Educar/Educador, considerada a maior feira e congresso sobre educação da América Latina. A atividade destaca-se por basear-se em materiais recicláveis e por abordar os temas arte, meio ambiente, saúde e tecnologia de maneira inter e transdisciplinar. As aulas de Robótica do Sistema de Ensino Expoente, além de divertidas, estimulam a criatividade.

Tecnologias educacionais como essa, segundo o diretor-geral do Grupo Expoente, Armindo Angerer, objetivam criar um ambiente de aprendizagem cooperativa, possibilitando ao aluno buscar novas formas de pensar, pesquisar e construir o próprio conhecimento. Segundo o diretor, ensinar a Robótica como diferencial pedagógico e estímulo à consciência ecológica dos estudantes é uma prática realizada pelo Grupo Expoente em suas unidades de ensino e nas escolas conveniadas presentes em todo o Brasil.

O consultor do Grupo Expoente Maurício Gebran, professor do curso Sistemas de Informação da Faculdade Expoente e coordenador da Empresa Júnior, explica que os alunos utilizam um software e uma interface de conexão para o envio de comandos ao computador, permitindo o movimento das maquetes e dos protótipos. Segundo o consultor, a Robótica Educacional pode ser implantada nas escolas de Ensino Fundamental, por meio da capacitação dos professores para orientação teórico-metodológica e execução dos projetos. O Expoente oferece soluções educacionais de Robótica já testadas e aprovadas em várias unidades de ensino e desenvolvidas por uma equipe técnico-pedagógica especializada.

Outros destaques
Além da robótica, quem passar pelo estande do Expoente irá conhecer o trabalho da instituição nas escolas conveniadas e nas unidades de ensino do grupo. Para o biênio 2013/2014, o Expoente escolheu o tema pedagógico Limites – Respeito e Superação, que também é o título do mais recente livro da psicopedagoga Isabel Parolin, editado pela instituição. O tema propõe uma reflexão sobre o significado e a importância dos limites nos relacionamentos, na educação e na vida.

Na 20a Educar, o Grupo Expoente também vai expor o material didático para crianças de 3 meses a 3 anos. A coleção, de autoria de Maria da Glória Galeb e Danielle Bonamin Flores, visa aprimorar a formação dos professores que atuam com bebês e crianças pequenas, resultando em uma qualidade ainda maior no atendimento.

Sobre o Sistema de Ensino Expoente  – O Sistema de Ensino Expoente é composto por um conjunto de produtos e serviços, que inclui assessoria pedagógica, assessoria de marketing e material didático elaborado por profissionais com experiência em sala de aula. Professores e alunos têm acesso ao Portal Escola Interativa, uma fonte enriquecedora de ideias e suporte de conteúdo e de entretenimento.

Sobre o Grupo Expoente  – O Grupo Expoente nasceu há 27 anos, em Curitiba (PR). Possui unidades de ensino, que oferecem da Educação Infantil ao Ensino Superior, e está presente em escolas conveniadas de todas as regiões do país.  O Sistema de Ensino Expoente é composto por um conjunto de produtos e serviços que inclui material didático – impresso na Gráfica Expoente –, assessoria pedagógica, assessoria de marketing e o Portal Escola Interativa <www.escolainterativa.com.br>.