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Qual a diferença entre o mestrado acadêmico e o mestrado profissional?

Brisa Teixeira de Oliveira – Via Portal Futuro Eventos

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Chegou a hora de tomar uma decisão para a continuidade dos estudos, após a graduação. As opções de modalidades são muitas: MBA, especialização, mestrado acadêmico, mestrado profissional, doutorado.

Todas elas com características próprias, que devem ser levadas em conta de acordo com o perfil de cada um e os seus objetivos. É preciso informar-se bem, pois a decisão é um fator que irá determinar o futuro pessoal e profissional do estudante, quando o assunto é pós-graduação.

Neste post, em especial, trarei as características de uma pós-graduação, que vem cada vez atraindo mais adeptos: o mestrado profissional. Saiba, aqui, a qual perfil ele se destina e as principais diferenças em relação ao mestrado acadêmico.

1 – O que é o mestrado profissional?

O mestrado profissional, assim como o acadêmico, é uma pós-graduação, que passa pelos critérios rigorosos da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), órgão regulador dos cursos de pós-graduação stricto sensu. Este modelo veio ganhando espaço nos últimos anos, a partir da sua regulamentação, em 2009.

A diferença principal está em o mestrado tradicional (acadêmico) ser mais focado no professor pesquisador, que tem o objetivo a carreira docente, e o mestrado profissional tem como objetivo uma formação diferenciada para a atuação nas empresas.

No entanto, aconselha-se fazer um mestrado profissional aquele que já tem uma certa maturidade no mundo do trabalho, e por isso não sendo ideal para quem acabou de terminar uma graduação. Isso porque o aluno se beneficiará dessa formação se já tiver alguma maturidade adquirida profissionalmente. Terá mais condições de dialogar entre os colegas de curso e professores devido ao repertório que já possui.

2 – Com o mestrado profissional, eu posso dar aulas?

Apesar do foco de quem escolhe o mestrado acadêmico é de dar aula, nada impede que alguém formado em um mestrado profissional possa dar aula também. Muitas instituições valorizam essa formação, pois terá um professor focado no mercado de trabalho. Isso também agrada os alunos, que, muitas vezes, preferem um professor com experiência profissional. Dessa forma, mesmo que o mestrado profissional não tenha a finalidade acadêmica de formar professores, como acontece com o mestrado acadêmico, não é impedimento para dar aulas, pelo contrário, é um diferencial.

3 – Após cursar o mestrado profissional, posso fazer um Doutorado?

Muita gente não sabe, mas para fazer um doutorado não precisa necessariamente passar por um mestrado. Isso que dizer que o mestrado não é pré-requisito para o doutorado. Inclusive, em países desenvolvidos é comum fazer o doutorado direto.

4 – Então, qual a diferença entre eles?

A formação em um mestrado profissional agrega competitividade e produtividade às empresas públicas e privadas. De qualquer forma, por ser um mestrado, exige o gosto pela pesquisa. Na hora de escolher qual se ajusta mais ao seu perfil, liste quais são os seus objetivos para o futuro. Se você possui vocação para dar aulas e este é o seu foco, a opção é o mestrado acadêmico. Mas, se o seu perfil é mais indicado para o mercado de trabalho, invista no mestrado profissional.

*Texto publicado pelo Portal da Futuro Eventos

É possível fazer uma faculdade gratuita a distância?

A formação acadêmica tornou-se muito mais fácil, desde que as universidades brasileiras disponibilizaram cursos de graduação a distância. Essa é a modalidade de educação que mais cresce no Brasil,segundo censo do Ministério da Educação (MEC). Os principais motivos são: mensalidades mais acessíveis, horários flexíveis e a possibilidade de estudar em qualquer lugar. O que muita gente não sabe é que existem muitas opções de concluir uma universidade nessa modalidade e gratuita.

Universidade Aberta do Brasil
Passar em uma universidade pública, até pouco tempo atrás, era privilégio de poucos. Com o projeto do MEC chamado Universidade Aberta do Brasil, a UAB, instituiu-se um sistema integrado por universidades públicas para atenderàs demandas locais por educação. São diversas universidade federais, estaduais ou municipais vinculadas à UAB. Entre elas: Universidade de Brasília, UFMG, UFOP, UERJ, UFRJ, UFPR, Federal de São Carlos.

Quem pode estudar na UAB?
Qualquer pessoa que concluiu a educação básica (Ensino Médio)e foi aprovado no processo seletivo, atendendo aos requisitos exigidos pela instituição pública vinculada ao Sistema Universidade Aberta do Brasil, pode estudar na UAB. No entanto, há uma abertura e divulgação maior para incentivar professores da Educação Básica, das redes estadual, federal ou municipal, a fazerem cursos licenciatura.

Qual curso posso fazer pela faculdade gratuita UAB?

São vários cursos ofertados pela faculdade gratuita UAB:

  • Bacharelados, Licenciaturas, Tecnólogo e Especializações;

  • Especializações do programa Mídias na Educação;

  • Graduação em Biblioteconomia;

  • Especializações para professores, em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD/MEC);

  • Programa Nacional de Formação em Administração Pública – PNAP.

Como saber quais os cursos que estão com as inscrições abertas?
Recomenda-se acessar diretamente o site da universidade que oferece o curso de interesse e procurar ali as informações necessárias sobre vestibulares e processos seletivos.

Preciso fazer vestibular?
Sim. Como qualquer faculdade a distância é preciso fazer o vestibular. Cada instituição tem a sua forma de ingresso e recomenda-se acessar o site da instituição e procurar informar-se sobre datas, inscrição e modelo de provas.do vestibular e processos seletivos. Verifique também a possibilidade de usar a nota do ENEM.

*** Informações obtidas a partir do Portal da Capes

Fonte: Artigo de Brisa Teixeira, publicado no Portal da Futuro 

Qual o principal desafio em atuar como professor de Comunicação hoje?

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O Portal IMPRENSA divulgou os finalistas do Professor IMPRENSA, projeto que reconhece os docentes de Comunicação mais inspiradores do Brasil e que conta com o apoio da Jeduca – Associação dos Jornalistas de Educação, que vem desenvolvendo um trabalho muito bacana de unir forças para uma melhor reportagem nos meios de educação, sem parcialidade e responsabilidade.
Os 26 professores finalistas, das cinco regiões do Brasil, foram convidados pela IMPRENSA para um debate online sobre a seguinte questão: Qual o principal desafio em atuar como professor de Comunicação hoje?
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Abertas as inscrições para a 12ª Campanha de Responsabilidade Social do Ensino Superior Particular

Acontece neste mês a 12ª edição da Campanha de Responsabilidade Social do Ensino Superior Particular, que deverá envolver cerca de 800 Instituições de Ensino Superior (IES). A ação é promovida pela Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (ABMES) e contará com atividades entre os dias 12 e 17 de setembro, quando serão realizadas atividades em todo o País com uma mostra dos projetos realizados e atendimentos à comunidade. Nesta edição, um dos destaques da campanha é o Pacto da Educação Brasileira contra o Zika, com diversas instituições que vêm trabalhando, ao longo do ano, para conscientizar a população a ajudar a combater o mosquito aedes aegypti.
Sobre o projeto – A Campanha da Responsabilidade Social do Ensino Superior Particular foi criada em 2005 com o intuito de incentivar e amplificar a divulgação dos projetos realizados pelas IES no âmbito da responsabilidade social. A Campanha culminava no Dia da Responsabilidade Social, agora ampliado para a Semana da Responsabilidade Social, quando as instituições promovem uma mostra do que é realizado ao longo do ano com propósito de aproximar o setor acadêmico e a sociedade por meio de ações realizadas pelas IES e de serviços nas áreas de educação, saúde, cultura e meio ambiente, dentre outras.
A iniciativa foi concretizada depois da Lei 10.861/2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Pela legislação, a contribuição à inclusão social, ao desenvolvimento econômico, à defesa do meio ambiente, da memória e patrimônio cultural, da produção artística passou a fazer parte da avaliação das IES. Quando mal avaliadas, as instituições de ensino podem sofrer sanções.
Participam da ação tanto as instituições particulares – associadas ou não à entidade – como as públicas e também aquelas vinculadas ao Sistema “S”. Cada instituição cadastrada na Campanha tem autonomia para definir o local de realização do evento, bem como a programação de atividades, que devem ser todas gratuitas.
Além dos benefícios promovidos para a população, as ações garantem às IES a certificação com Selo Instituição Socialmente Responsável, reconhecendo a importância do vínculo entre o universo acadêmico e a comunidade.
Concurso de Vídeos – Para registrar de maneira criativa as ações promovidas pelas instituições na Semana da Responsabilidade Social do Ensino Superior Particular, a ABMES criou o Concurso Sílvio Tendler de Vídeos sobre Responsabilidade Social. As inscrições para a 10ª edição do concurso serão abertas no dia 19 de setembro e as IES participantes concorrem a até R$ 10 mil concorrendo em quatro categorias: documentário, cobertura jornalística, vídeo institucional e videoclipe.
SERVIÇO – 12ª Campanha da Responsabilidade Social do Ensino Superior Particular
Data: 12 a 17 de setembro
Registro da Participação pelas IES: www.sisdia.abmes.org.br
Mais informações: www.responsabilidadesocial.abmes.org.br.
Fonte: Lidyane Lima
Gerente de Comunicação e TI
(61) 3223-1984

Começa hoje o Congresso Internacional da Abed, em Curitiba

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Depois de participar pela primeira vez do Congresso Internacional da Abed (Ciaed) no ano passado, em Salvador, desta vez vou acompanhar o evento na minha querida e grande cidade Curitiba. Estarei no evento desempenhando várias atividades. A primeira é a minha presença como mestranda de Educação, onde estarei captando informações para a minha dissertação que tem como tema a comunicação na EaD. A segunda atividade será como imprensa, quando estarei alimentando este espaço aqui com notícias do evento e compartilhando no meu perfil do Facebook e na minha página profissional no Facebook Tic Tag  (nome da minha empresa de comunicação). E tem ainda uma terceira atividade, quando estarei junto da colega de faculdade e coordenadora do curso de Jornalismo da Uninter, Nívea Bona, acompanhando estudantes de comunicação na cobertura do evento. Por aí se vê que serão quatro dias intensos de muito trabalho e conhecimento.
+ Saiba mais abaixo sobre o evento com informações da Assessoria de Imprensa da Abed
Com o tema “EAD e a Internacionalização da Aprendizagem no Brasil” o 20º CIAED será um fórum de debates e atualização profissional, com 56 apresentações em sessões plenárias, 11 keynote speakers, 45 mesas redondas, mais de 150 trabalhos científicos e 56 pôsteres,reunindo pesquisadores, educadores, consultores empresariais e dirigentes de organizações educacionais do Brasil, Canadá, Estados Unidos, Noruega, Taiwan, Turquia, Uruguai, que contribuem direta ou indiretamente para a inovação do ensino a distancia no mundo.
Outros destaques importantes deste encontro serão as rodadas de negócios, os lançamentos de livros, as oficinas e os 18 minicursos. Estão preparadas mais de 20 atividades diversificadas para atender os 2.000 congressistas. Paralelamente, a Expo EaD exibirá estandes com produtos e serviços de empresas e instituições líderes no setor da educação, em 935 m2 de feira.
O 20º CIAED é um evento tradicional no calendário da ABED, que a cada ano procura construir um novo capítulo para ampliar as possibilidades educacionais no Brasil.
Para conhecer a programação completa, com carga horária de cada atividade, consulte www.abed.org.br/congresso2014
Inscrições abertas!
FICHA TÉCNICA
O 20º CIAED é 100% presencial, carga horária de 40 horas e minicursos de 6 horas.
Local: Expo Unimed – Rua Prof. Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300
Campo Comprido – Curitiba / PR
Tel.: (41) 3317-3000

INFORMAÇÕES
abed@abed.org.br
Tel.: (11) 3275-3561
www.abed.org.br

Jornalista da Gazeta do Povo entre os vencedores do Prêmio Estácio de Jornalismo

Foto: Ana Colla

Jornalista Jônatas Dias Lima.

O jornalista Jônatas Dias Lima (foto), da Gazeta do Povo, de Curitiba, conquistou o Prêmio Estácio de Jornalismo – edição 2014, na categoria Impresso Regional, ontem (24), quando foi anunciado os vencedores, em cerimônia na Zona Sul do Rio de Janeiro. A festa de premiação reuniu cerca de 80 profissionais de comunicação de todas as regiões do Brasil

A reportagem premiada de Jônatas foi publicada no dia 3 de março de 2014, no caderno especializado em Educação Vida e Universidade. Com o título “Burocracia trava avanço científico”, a matéria (leia ela completa aqui) trata de uma triste realidade no campo científico em que muitos estudos no Brasil são abandonados devido ao tempo de espera e à burocracia referente à longa lista de procedimentos exigidos.

“Os longos prazos e o excesso de procedimentos para avançar estudos são entraves a serem contornados pelos pesquisadores, impedem o Brasil de ser cientificamente competitivo e comprometem avanços que trariam impacto na vida de toda a população, como o desenvolvimento de medicamentos mais acessíveis e eficazes”, relata um dos trechos da reportagem.

Um total de R$100 mil foi distribuído entre os nove prêmios da quarta edição. O prêmio para a categoria que Jônatas venceu, modalidade regional impresso, foi no valor bruto de R$ 8 mil. Já na modalidade nacional foi de R$12 mil.  As modalidades regional e nacional foram divididas nas categorias Impresso (Jornal e Revista), Televisão, Rádio e Internet. O vencedor do prêmio principal, o Grande Prêmio Estácio de Jornalismo 2014, recebeu a quantia bruta de R$ 20 mil. Todos receberam certificado e troféu alusivos à premiação.

A quarta edição superou o número de trabalhos inscritos em todas as edições. Com 261 reportagens concorrentes. A comissão final que apontou os nove vencedores deste ano foi composta por Augusto Nunes, colunista da revista Veja online e vencedor de quatro prêmios Esso; Arnaldo Niskier, doutor em Educação e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL); Cristiane Correa, ex-editora-executiva da Revista Exame, escritora e palestrante, especializada nas áreas de Negócios e Gestão; Ilona Becskeházy, consultora da Fundação Lemann e comentarista de educação da rádio CBN; e Vera Iris Paternostro, gerente de desenvolvimento de jornalismo da TV Globo e autora de livros.

Confira todos os premiados:

Grande Prêmio Estácio de Jornalismo
Veículo: O Estado de S. Paulo
Reportagem: Especial USP 80 anos
Autor (es): Paulo Saldaña, Luciana Constantino, Ana Sacoman, Andrei Netto, Barbara Ferreira Santos, Edson Veiga, Gabriel Manzano, Giovana Girardi, José Maria Mayrink, Marina Azaredo, Mônica Manir, Pablo Pereira, Roberto Godoy e Victor Vieira

Impresso Nacional
Autor(es): Fabio Takahashi, Mario Cesar Carvalho e Eduardo Geraque
Reportagem: Gastos fora de controle nas universidades de São Paulo
Veículo: Folha de S. Paulo

Impresso Regional
Veículo: Gazeta do Povo (Curitiba – PR)
Reportagem: Burocracia trava avanço científico
Autor: Jônatas Dias Lima

Internet Nacional
Autor(es): Davi Lira e Ocimara Balmant
Reportagem: Série Ciência com fronteiras
Veículo: Portal IG

Internet Regional
Veículo: Portal Tribuna do Norte (Natal – RN)
Reportagem: Nova indústria, novas oportunidades
Autor(es): Renata Moura e Cledivânia Pereira

TV Nacional
Veículo: Globo Universidade, da Rede Globo
Reportagem: 10 anos de cotas na UERJ
Autor(es): Camila Konder, Alexandre dos Santos, Maria Lindenberg, Julia Braga, Rogério Coutinho, Vinicius Carvalho, José Luz e Rodrigo Nogueira

TV Regional
Veículo: Tribuna Notícias, da TV Tribuna (Vitória – ES)
Reportagem: Reescrevendo a própria história
Autor(es): Mariana Rodrigues, Alex Nepomuceno, Anderson Rocha e Janine Jordaim

Rádio Nacional
Veículo: Rádio CBN
Reportagem: Geração nem nem
Autor(es): Elaine Freires e Bianca Lemos dos Santos

Rádio Regional
Veículo: Rádio O Liberal – CBN (Belém – PA)
Reportagem: Faculdades irregulares acabam com sonhos de universitários
Autor(es): Celso Freire e Cira Pinheiro

Fonte da notícia: adaptada de material enviado pela Pauta & Ideias – Assessoria de Comunicação da Estácio, no Paraná (jornalistas Adriane Perin e Talita Vanso)
Fonte foto: Ana Colla

Coordenadora do NPJ da Estácio fala sobre o programa Justiça no Bairro, na Rádio E Paraná

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Na quinta-feira, dia 14, a nova coordenadora do Núcleo de Prática Jurídica da Estácio, Cristiane Castro, participou do programa É pra você, apresentado pelo jornalista Alisson Castro. Cristiane durante 15 minutos falou sobre o programa Justiça no Bairro, que neste sábado, dia 16, das 9h às 17h, contará com o apoio de alunos do 8.º ao 10.º período do curso de Direito da Faculdade Estácio, no Núcleo de Conciliação das Varas de Família de Curitiba. Organizado pelo Tribunal de Justiça do Paraná, nesta edição o projeto irá atender gratuitamente a comunidade de baixa renda referente a questões litigiosas como pensão alimentícia e divórcio. Segundo Cristiane, todo ano a Instituição participa do projeto e é considerado pelos alunos um verdadeiro exercício de cidadania e solidariedade.

O Núcleo de Conciliação das Varas de Família de Curitiba fica na Avenida Cândido de Abreu , 830, Centro Cívico.

Diretora da Estácio, Sheyla Mara Coraiola, escreve artigo, no Jornal do Estado, sobre o uso da tecnologia na educação

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Tecnologia a serviço da melhoria na educação

*Sheyla Mara Coraiola

As tecnologias da informação e comunicação, principalmente a internet, têm apresentado ao meio educacional, novas alternativas de ambientes, de possibilidades, de atuações docente, de avaliação, e novos desafios pedagógicos. Muitos desses desafios se refletem em sala de aula que precisa e deve acompanhar as inovações tecnológicas, mas em muitos casos continua empregando as velhas práticas pedagógicas.

A construção do conhecimento não é um processo passivo e sim ativo do sujeito interagindo com o mundo. Nos dias de hoje esta interação com o mundo é cada vez mais rápida e fácil quando se utiliza os recursos certos. Isso acontece nos nossos locais de trabalho, em nossas famílias, em nossos círculos de amizade (com as redes sociais, por exemplo), e por que não acontecer também em sala de aula?

Recursos tecnológicos em sala de aula, se bem utilizados, podem trazer diversos avanços e um enriquecimento no processo ensino aprendizagem. Temos hoje, não só em educação a distância, mas também na educação presencial softwares, androides e aplicativos desenvolvidos especificamente para utilização pedagógica, tanto pelo professor quanto pelo aluno.

O recurso do tablet em sala de aula é um exemplo bem atual de recurso tecnológico que permite essa interação de forma simples e prática. Cada vez mais universidades, faculdades, e empresas percebem isso, e investem na implantação de recursos digitais com o objetivo de efetivas construções de conhecimento, seja para formar um profissional com competências exigidas pelo mercado, seja para a solução de problemas e competitividade.

A educação atualmente tem o papel não apenas de transmitir informações, mas de educar e preparar para a realidade como um todo, inclusive a realidade de empresas e do mercado de trabalho cada vez mais competitivo, que busca profissionais qualificados e os capacita para solucionar problemas.

A busca por novos ambientes de aprendizagem, aliada às tecnologias da comunicação e informação é a base para o fortalecimento da educação. Trata-se de uma nova forma de ensinar, que obtém intensidade no processo interativo, permite a troca de informações, propiciando formação de opiniões, induzindo a uma aprendizagem autônoma e emancipadora, mas também motivando para uma aprendizagem colaborativa.

Promover essa consciência pedagógica inovadora é o grande desafio dos profissionais de educação. Este profissional deve estar preparado para enfrentar obstáculos profissionais e sociais, o que pode alcançar através de um ensino-aprendizagem colaborativo e com diversas tecnologias aplicadas à educação.

Essas novas tecnologias aplicadas à educação facilitam e auxiliam a aprendizagem. São recursos tecnológicos de dimensões gigantescas, que abrange todo o mundo, tem potencialidades surpreendentes e uma variedade de métodos de comunicação, além de não ter limites de distância ou de tempo.

O uso das tecnologias na educação proporciona novas relações na prática pedagógica e, por meio da utilização de metodologias, ferramentas e conceitos, busca desenvolver valores coerentes e oportuniza a melhoria contínua no processo educacional. A educação a distância, os tablets, os ambientes virtuais de aprendizagem e a aprendizagem colaborativa on-line estão contribuindo para a educação neste sentido.

 

*Sheyla Mara Coraiola é diretora da Faculdade Estácio, em Curitiba

TCC de aluna da Estácio é tema de matéria na Revista Documento Reservado

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A edição de dezembro da Revista Documento Reservado, do jornalista Pedro Ribeiro, trouxe uma matéria especial sobre o preconceito da adoção. Matéria foi sugerida pela empresa parceira Pauta & Conteúdo, que cuida da conta da Faculdade Estácio, em Curitiba, a partir do TCC “A influência do preconceito de cor no processo de adoção no Brasil”. Pesquisa da acadêmica de Direito da Estácio, Rossinéia Oliveira, orientada pela professora e advogada Cristiane Leamari Castro.