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Mais que formação acadêmica você precisa é ter conhecimento

Conheça 8 características que farão você ser um profissional preocupado com a busca de resultados

Precisamos parar de achar que um currículo bem recheado é garantia de empregabilidade. Experiência profissional já foi um diferencial e continua sendo, mas o que vale mesmo no mundo profissional é ter conhecimento. Trata-se de uma nova postura de pessoas com uma visão atualizada, que sempre estão em busca de aperfeiçoamento, que nem sempre se encontra dentro de uma sala de aula. Empresas querem pessoas que tragam resultados, essas são as que terão mais oportunidades profissionais.

Isso acontece porque o Ensino Superior vem sendo cada vez mais acessível, e ser formado em alguma área, não é mais um diferencial competitivo, muitas vezes, dependendo da ocupação tornou-se obrigação. E, mesmo pessoas sem graduação formalizada, mas com muito conhecimento, vêm agregando muito a equipe de uma empresa.

É claro que um curso universitário, seja uma graduação, pós-graduação, cursos livres trazem conhecimentos, mas o aluno deve sempre ir além. Não ficar preso ao conteúdo da aula ou só estudar para passar na prova e conseguir o certificado. Isso pode até encher as páginas do currículo, mas não preenchem o tão raro conhecimento que você precisa.

Você já parou para pensar o que você faz de diferente para alcançar resultados para você, para a sua empresa ou para quem presta serviço? Anote, então, 8 características de um profissional, que vão além da formação acadêmica:

Seja autodidata – Os autodidatas se dão muito bem na busca de conhecimentos. Eles estão sempre antenados, fazem cursos pelo internet e estão atentos às novidades.

Mantenha-se atualizado – Estar atualizado é primordial nos dias de hoje. São transformações no mundo corporativo, que necessita de pessoas que vão atrás de novos conhecimentos. Para isso, esteja sempre atento ao que acontece à sua volta.

Seja pró-ativo – Não espere que o seu chefe, cliente ou parceiro de trabalho te digam o que precisa ser feito. Antecipe-se, seja pró-ativo, mostre-se disponível.

Pergunte, pergunte, pergunte – Inteligente é quem pergunta. Quem pergunta demonstra interesse, sua ação ao perguntar deixa de lado qualquer dúvida que possa atrapalhar as suas ações. O perguntador está preocupado em ampliar o seu repertório de conhecimento.

A prática leva à perfeição – Profissionais com experiência são bem requisitados no mercado. E muitas vezes essa experiência não precisa estar atrelada ao que você faz hoje. Tudo é bagagem, que vai agregar lá na frente, e quem ensina isso não é a universidade.

Aprenda com os outros – Interagimos com pessoas a todo o momento, mas nos esquecemos que podemos a todo tempo aprender com elas. Inclusive você pode aprender com as experiências dos outros, tanto as boas como as ruins.

Seja criativo – Não venha dizer que você não é criativo. Todos somos! Basta estar aberto para isso, se permitir, dar asas à imaginação. O processo tem a ver com a liberdade de pensamento.

Permita-se errar – Grandes empresários de sucesso erraram muito antes de acertar. Isso porque eles permitiram-se arriscar, tiveram coragem de tomar decisões, que levaram a erros e acertos. Por isso, não tenha medo de errar, do contrário não sairá do lugar.

Todas essas características não se aprendem na escola, nem na faculdade. Aliás, se não procurarmos nos atualizar o que foi aprendido nesses espaços formais ficam ultrapassados em pouco tempo, tamanha são as transformações do mundo corporativo em todas as áreas. O que fica mesmo é a sua essência. A pessoa que você é com seus valores e competência e vontade sempre de fazer a diferença e deixar a sua marca por onde você passar.

Fonte: Matéria publicada no Portal da Futuro Eventos – http://www.futuroeventos.com.br/conteudo-blog/mais-que-formacao-academica-voce-precisa-e-ter-conhecimento/

 

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É possível fazer uma faculdade gratuita a distância?

A formação acadêmica tornou-se muito mais fácil, desde que as universidades brasileiras disponibilizaram cursos de graduação a distância. Essa é a modalidade de educação que mais cresce no Brasil,segundo censo do Ministério da Educação (MEC). Os principais motivos são: mensalidades mais acessíveis, horários flexíveis e a possibilidade de estudar em qualquer lugar. O que muita gente não sabe é que existem muitas opções de concluir uma universidade nessa modalidade e gratuita.

Universidade Aberta do Brasil
Passar em uma universidade pública, até pouco tempo atrás, era privilégio de poucos. Com o projeto do MEC chamado Universidade Aberta do Brasil, a UAB, instituiu-se um sistema integrado por universidades públicas para atenderàs demandas locais por educação. São diversas universidade federais, estaduais ou municipais vinculadas à UAB. Entre elas: Universidade de Brasília, UFMG, UFOP, UERJ, UFRJ, UFPR, Federal de São Carlos.

Quem pode estudar na UAB?
Qualquer pessoa que concluiu a educação básica (Ensino Médio)e foi aprovado no processo seletivo, atendendo aos requisitos exigidos pela instituição pública vinculada ao Sistema Universidade Aberta do Brasil, pode estudar na UAB. No entanto, há uma abertura e divulgação maior para incentivar professores da Educação Básica, das redes estadual, federal ou municipal, a fazerem cursos licenciatura.

Qual curso posso fazer pela faculdade gratuita UAB?

São vários cursos ofertados pela faculdade gratuita UAB:

  • Bacharelados, Licenciaturas, Tecnólogo e Especializações;

  • Especializações do programa Mídias na Educação;

  • Graduação em Biblioteconomia;

  • Especializações para professores, em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD/MEC);

  • Programa Nacional de Formação em Administração Pública – PNAP.

Como saber quais os cursos que estão com as inscrições abertas?
Recomenda-se acessar diretamente o site da universidade que oferece o curso de interesse e procurar ali as informações necessárias sobre vestibulares e processos seletivos.

Preciso fazer vestibular?
Sim. Como qualquer faculdade a distância é preciso fazer o vestibular. Cada instituição tem a sua forma de ingresso e recomenda-se acessar o site da instituição e procurar informar-se sobre datas, inscrição e modelo de provas.do vestibular e processos seletivos. Verifique também a possibilidade de usar a nota do ENEM.

*** Informações obtidas a partir do Portal da Capes

Fonte: Artigo de Brisa Teixeira, publicado no Portal da Futuro 

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Políticas públicas e escolas inclusivas: um longo caminho ainda a ser trilhado

Estamos muito longe de sermos considerados um país que respeita a inclusão e dá condições mínimas para os excluídos terem acesso ao bem precioso, que é a educação. Nos últimos anos, ações isoladas de educadores e de pais têm promovido e implementado a inclusão, nas escolas, de pessoas com algum tipo de deficiência ou necessidade especial, visando resgatar o respeito humano e a dignidade, no sentido de possibilitar o pleno desenvolvimento e o acesso a todos os recursos da sociedade por parte desse segmento.

Movimentos nacionais e internacionais têm buscado o consenso para a formatação de uma política de integração e de educação inclusiva.  A luta pela igualdade tem a sua origem, em 1948, com a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ela assegura o direito de todos à educação. Muitos anos depois, em 1990, outra conquista foi a Conferência Mundial de Educação para Todos, que aconteceu na Tailândia. O principal objetivo foi examinar e enfrentar o desafio da exclusão escolar de milhares de alunos.

A consolidação veio com a Declaração de Salamanca, em 1994, durante a Conferência Mundial de Educação Especial, que contou com a participação de 88 países e 25 organizações internacionais, em assembleia geral. Este evento teve como culminância a “Declaração de Salamanca”. Transcrevo aqui algumas reflexões:

Nós congregamos todos os governos e demandamos que eles:

– atribuam a mais alta prioridade política e financeira ao aprimoramento de seus sistemas educacionais no sentido de se tornarem aptos a incluírem todas as crianças, independentemente de suas diferenças ou dificuldades individuais;

– adotem o princípio de educação inclusiva em forma de lei ou de política, matriculando todas as crianças em escolas regulares, a menos que existam fortes razões para agir de outra forma;

– desenvolvam projetos de demonstração e encorajem intercâmbios em países que possuam experiências de escolarização inclusiva;

– estabeleçam mecanismos participatórios e descentralizados para planejamento, revisão e avaliação de provisão educacional para crianças e adultos com necessidades educacionais especiais;

– encorajem e facilitem a participação de pais, comunidades e organizações de pessoas portadoras de deficiências nos processos de planejamento e tomada de decisão concernentes à provisão de serviços para necessidades educacionais especiais;

– invistam maiores esforços em estratégias de identificação e intervenção precoces, bem como nos aspectos vocacionais da educação inclusiva;

– garantam que, no contexto de uma mudança sistêmica, programas de treinamento de professores, tanto em serviço como durante a formação, incluam a provisão de educação especial dentro das escolas inclusivas.

Em vista de todas essas questões, percebemos que a inclusão escolar teve um fortalecimento com a Declaração de Salamanca, mas os problemas ainda continuam. Só poderemos considerar que a sociedade em que vivemos é inclusa, quando efetivamente tivermos a inclusão nos espaços escolares, no trabalho, no lazer, nos serviços de saúde, na mídia, entre tantos outros espaços.  Nesse processo de inclusão, teremos que exigir cada vez mais que a sociedade se adapte aos menos favorecidos, em um tratamento de igualdade de oportunidades.

Fonte: Com informações adaptadas do artigo “Portadores de deficiência: a questão da inclusão social”, de Maria Regina Cazzaniga Maciel, publicado na Revista São Paulo em Perspectiva.

Fonte: Artigo publicado no Portal de Notícias da Futuro Eventos