Posts written by Brisa Teixeira de Oliveira

Catraca Livre – Curso online Introdução ao Jornalismo Móvel

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A  Associação Nacional de Jornais (ANJ) do Brasil e o Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, com o apoio do Google, vão oferecer o Curso Online Aberto Massivo (ou MOOC, na sigla em inglês) “Introdução ao Jornalismo Móvel”.
No programa do curso será possível aprender sobre tendências, melhores práticas, usos e estratégias relacionadas às plataformas e dispositivos móveis e seu impacto no jornalismo. O curso é inteiramente online, dura quatro semanas e é conduzido pelo especialista americano Will Sullivan e pela professora brasileira Lorena Tárcia. Saiba mais sobre o curso aqui e clique aqui para se inscrever.
Os alunos, no total de seis, que fizerem o melhor projeto final do curso, uma matéria ou produto jornalístico inteiramente produzido usando apenas dispositivos móveis irão participar de duas conferências nesta área, em Austin, Texas.
Fonte: editado a partir de Knight Center for Journalism in the Americas

Mostra Universitária Competitiva abre hoje o Festival Internacional de Cinema

Mostra 2O Festival Internacional de Cinema da Bienal de Curitiba (FICBIC), que começa hoje (28), em Curitiba, privilegia na sua abertura a Mostra Universitária Competitiva, realizada em parceria com a Universidade Federal do Paraná. A Mostra será no Cine Guarani, às 19h.
Participaram universitários de todos os estados brasileiros, nas categorias ficção, documentário e vídeo experimental. Conheça pelo site do evento os 16 filmes que compõem a lista de selecionados – http://www.ficbic.com.br/selecionados 
A entrega dos prêmios e a festa de premiação da Mostra Universitária ocorrerão no Cine Guarani, no dia 31 (sexta-feira), das 19h30 às 22h. Os primeiros lugares de cada categoria irão para a New York Film Academy.
Esta é a primeira edição independente do FICBIC, que conta hoje com mais de 120 filmes entre documentários, curtas e longas-metragens nacionais e estrangeiros. Também ocorrerão seminários, workshops e exposição de arte. Clique aqui e fique por dentro de toda a programação 
Saiba mais sobre o Festival Internacional de Cinema da Bienal de Curitiba, em reportagem publicada na Gazeta do Povo. Clique aqui.

 

Download gratuito: Cartilha Tecnologias na Escola

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Ilustração: Tom B

O Instituto Claro disponibiliza no seu site a cartilha “Tecnologias na escola – como explorar o potencial das tecnologias da informação e da comunicação na aprendizagem?” (clique aqui). O documento é de 2010 e falando-se em tecnologia quatro anos é muito tempo tanto que  por ali encontram-se ferramentas que nem existem mais como o Orkut. Mesmo assim, a cartilha continua atual, uma vez que inúmeros outros recursos são recomendáveis para uso e que estão em plena atividade na web, no entanto, pouco explorados em sala de aula.
O professor Carlos Seabra é autor da cartilha e a dividiu em: navegação na internet (por exemplo: buscadores como o Google, Wikepédia e o Bing; WebQuest, WebGincana), comunicação (Google Talk, Skype), Vídeo (uso do Youtube, elaboração de um projeto, roteiro, seleção de equipamentos e locais, filmagem, edição de áudio e vídeo e por fim autorização de uso), Som (podcasts, softwares de edição como o Audacity, audiobook), Imagens (Flickr, Picasa, fotolog), Blog (criação de blogs individuais ou em grupo), Textos e planilhas (Processador  de textos, planilha eletrônica, apresentação de slides e gerenciador de bancos de dados), Mapas ( (ferramentas de geoprocessamento, como o Geobusca, Google Maps ou Google Earth), Redes Sociais (Twitter, Facebook) e Jogos e simulações (games sociais, simuladores de voo, Portal do Jogos Cooperativos Computacionais, Banco Internacional de Objetos Educacionais).
Seabra diz na cartilha que: “para que estas tecnologias sejam significativas, não basta que os alunos simplesmente acessem as informações: eles precisam ter a habilidade e o desejo de utilizá-las, saber relacioná-las, sintetizá-las, analisá-las e avaliá-las (…) ir além de respostas simples”.

José Manuel Moran será examinador de banca na UFSC

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O professor da Universidade de São Paulo (USP), José Manuel Moran, estará na UFSC, no próximo dia 29, às 14h, no Programa de Pós-Graduação de Educação (PPGE) – sala 618. O motivo é a sua participação como examinador da banca da aluna Ana Cristina Cravo Miguel que trará o tema “Letramentos e práticas pedagógicas na educação profissional: um estudo de caso de formação continuada para as mídias para os profissionais do Senai/SC”.
A orientação é da professora Dulce Márcia Cruz. Faz parte também da banca: Mônica Fantin (PPGE-UFSC), Maria Hermínio Lage Fernandes Laffin (PPGE-UFSC) e como suplente Martha Kascchny Borges (Udesc).
Em alguns programas de pós-graduação (mestrado, doutorado) os alunos são obrigados a assistir “X” bancas para cumprir os seus créditos. Meu programa (Pós-Graduação em Educação, na UFSC) não exige isso, mas a experiência ajuda a entender a dinâmica de uma banca, a adquirir conhecimentos e a ganhar segurança. Embora, é verdade, muitas bancas também podem deixar o mestrando/doutorando ainda mais apavorado, quando acontece aquele “massacre” de todos os examinadores.
De qualquer forma, os estudantes que pesquisam temas como educação e mídia não podem perder a banca de Ana Cristina e estar perto de Moran, renomado pesquisador na área.

Graduandos de Jornalismo da Uninter cobriram os 4 dias do 20ºCIAED

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Ainda repercutindo o 20º CIAED, Congresso Internacional de Educação a Distância, promovido pela Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), em Curitiba, destaco no post de hoje o trabalho que realizei com a minha amiga Nivea Bona, coordenadora do curso de Jornalismo do Centro Universitário Uninter.
Nos 4 dias de evento (seis a nove de outubro), a pedido da ABED, coordenamos a cobertura do evento realizada por 15 alunos. Todos os dias, eles acompanharam as palestras, mesas-redondas, lançamento de livros e voltavam com seus textos para avaliarmos, corrigirmos e selecionar o material que seria rodado no mesmo dia seguinte e distribuído a todos os participantes.
Uma experiência que estreitou minha parceria com a Nivea, que foi quem me introduziu na Educação a Distância, quando me chamou para fazer tutoria das suas videoaulas na Uninter. A partir daí (acredito que foi em 2010) entrei de vez para esse mundo da educação online.
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Catraca Livre – Especialização na UFSC em Gênero e Diversidade na Escola

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O Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH), da UFSC, está com inscrição abertas para o curso a distância de Especialização em Gênero e Diversidade na Escola, oferecido pelo Instituto de Estudos de Gênero (IEG). O curso é gratuito e por isso as vagas são limitadas em 25 com turmas em 9 polos: Braço do Norte, Concórdia, Florianópolis (duas turmas), Itapema, Laguna, Palmitos, Pouso Redondo e Praia Grande.
O curso é direcionado a profissionais da rede pública de Educação Básica, gestoras/es públicos atuando em políticas para mulheres e diversidade, membros de conselhos de direitos da mulher e de outras diversidades, lideranças de movimentos sócias, profissionais da educação básica que atuam no ensino privado e docentes do Ensino Superior.
Os estudantes terão conhecimentos acerca da promoção, do respeito e da valorização da diversidade étnico-racial, de orientação sexual, identidade de gênero e questões relativas à deficiência, colaborando para o enfrentamento da violência sexista, étnico-racial e homofóbica no âmbito das escolas.
As inscrições podem ser feitas pelo site do IEG até o dia 27 de novembro e o resultado do processo seletivo será divulgado no dia 28 de novembro. O curso inicia em fevereiro de 2015 e vai até dezembro de 2016, com carga horária de 420 horas, sendo oito horas por mês presenciais.
O Curso terá 13 disciplinas divididos em seis módulos (420 horas) com provas realizadas aos sábados, ao final de cada módulo.

Fonte: editado a partir do site do IEG http://ieg.ufsc.br/especializacaogde.php

Bem-vindo ao mundo da convergência

 

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Para a minha dissertação de mestrado li o livro de Henry Jenkins, Cultura da Convergência. Este não é o último livro de Jenkins, recentemente ele lançou Cultura da Conexão – Criando Valor por meio da Mídia Propagável (leia mais sobre ese livro aqui), escrito com Sam Ford e Joshua Green e que pretende ser outra referência no estudo das mídias. Em outro momento falarei mais sobre esse livro
Mas este post é mesmo para indicar e tornar ainda mais conhecido o livro Cultura da Convergência (Editora Aleph, 2009). Na minha dissertação, o livro está sendo importante para conceituar o termo narração transmidiática. O conceito criado por Jenkins surgiu a partir de um artigo em que ele mostrava que a criação de narrativas em diferentes plataformas criava um engajamento e fazia com que a história fosse muito mais interessante. Fazendo uma analogia com a educação, um curso na modalidade da Educação a Distância, por exemplo, além do Ambiente Virtual de Ensino a Aprendizagem, onde está o fórum, as teleaulas, chats etc, pode ter outros meios para se comunicar com os alunos, como uma página no Facebook, um blog, concursos culturais, encontros presenciais, entre outros.
Na sequência, compartilho com você a resenha do livro Cultura da Convergência que fiz para a disciplina de Produção Científica, onde estamos estudando como fazer uma resenha. Logo escolherei um livro lançado em 2013 ou este ano para tentar uma publicação. Boa leitura!
JENKINS, Henry, Cultura da Convergência. 2.ed. Trad. Susane Alexandria. São Paulo: Aleph, 2009. 428p.
Estamos preparados para a cultura da convergência?
Por Brisa Teixeira de Oliveira
A convergência vem proporcionando uma mudança cultural de consumo. A afirmação é de Henry Jenkins, autor do livro Cultura da Convergência. Para Jenkins, um fluxo intenso de conteúdos está distribuído em inúmeras e diferenciadas mídias e a mudança cultural está em buscar essas experiências midiáticas para saciar o desejo de consumo onde quer que ele esteja. Vive-se hoje a era das transformações; transformações que interferem na vida pessoal, social, laboral e cultural. O público-alvo deste livro, no entanto, são profissionais das mais diversas áreas interessados no impacto dessas mudanças no nosso cotidiano.
Professor de Ciências Humanas e fundador e diretor do programa de Estudos de Mídia Comparada do MIT – Massachusetts Institute of Technology, Jenkins acompanha de perto as modificações nos seriados televisivos, no cinema, na publicidade, nos games, na internet, na política e na cidadania. Experiência essa que se reflete em todos os capítulos do livro.
Este livro está dividido em seis capítulos. Na introdução, o autor analisa a convergência com as relações comunicativas. O autor analisa que nossos telefones celulares não são apenas aparelhos de telecomunicações; eles também permitem jogar, baixar informações da internet, tirar e enviar fotografias ou mensagens de texto. Cada vez mais, os aparelhos móveis estão permitindo assistir filmes, baixar capítulos de romances serializados ou comparecer a concertos e shows musicais em lugares remotos.
Do primeiro ao sexto capítulo, Jenkins baseia-se em programas de TV (como Survivor e American Idol), o cinema (por exemplo, Matrix e Guerra nas Estrelas) e até games (como The Sims) para explicar conceitos como inteligência coletiva, narrativa transmídia, economia afetiva, cultura participativa e cultura pública.
No primeiro capítulo, o autor, para conceituar o termo inteligência coletiva, examina a comunidade criada em torno do reality show americano Survivor. Analisa ele que o fluxo de informação que temos à nossa disposição existe porque temos pessoas colaborando com o que sabem. Não é uma informação transmitida por um, que detém um grande conhecimento, o que vale aqui é o pouco que cada um sabe, pois nenhum de nós sabe tudo. Este novo modo de disposição da informação aumenta as possibilidades de interatividade, tornando o consumidor cada vez mais produtor de conteúdo.
O conceito de economia afetiva é construído, no segundo capítulo, onde Jenkins focaliza American Idol, fenômeno da  Reality TV.  Jenkins faz uma analogia entre a compreensão do contexto em que a TV americana está operando e o comportamento do consumidor. Relacionamentos, memórias, fantasias e desejos fluem pelos canais de mídia, segundo o autor. “Às vezes, colocamos nossos filhos na cama à noite e outras vezes nos comunicamos com eles por mensagem instantânea, do outro lado do globo”.
No terceiro capítulo, Jenkins explica o conceito de narrativa transmidiática analisando o fenômeno Matrix. A primeira parte do termo, transmídia, se refere ao fato de ele necessariamente ocorrer em diferentes mídias, ou meios. Já a narrativa é a arte de contar histórias. A narrativa transmidiática tem por característica principal o fato de que cada plataforma oferece um conteúdo exclusivo que visa acrescentar informações a uma história principal.  O uso dessas diferentes mídias tem sido cada vez mais intenso numa tentativa de engajar e envolver os usuários/consumidores.
O quarto capítulo é reservado para entender o engajamento da cultura participativa. Para isso, o autor utiliza-se do exemplo da série Guerra nas Estrelas, por meio da relação dos fãs. A mídia para Jenkins incentiva a transformação cultural, pois ela está embasada numa cultura de consumo como nunca antes vista pela disposição desses produtos. Isso nos faz refletir sobre as principais transformações no cenário de consumo midiático.
No quinto capítulo, tem-se a definição de política da participação, a qual pode ser entendida a partir do conflito entre os fãs de Harry Potter, a Warner Bros – estúdio que comprou os direitos do  livro – e grupos conservadores. Para Jenkins temos uma revolução do conhecimento causadas pela convergência midiática. Mas essa revolução com base na circulação de conteúdos só fará sentido se houver a participação ativa dos consumidores.
Por fim, o sexto e último capítulo é para analisar as questões referentes à cultura pública. Para isso, o autor nos remete ao ano de 2004, quando ocorreu a disputa presidencial americana, fato esse que mostrou a força de uma população engajada na esfera política por meio das redes sociais. Sem uma participação ativa dos consumidores, segundo Jenkins, os conteúdos não terão impacto no poder que tem de transmissão. Se há consumo, diz ele, é porque há o interesse de uma população que busca informação e entretenimento nas mais diversas mídias existentes.
O livro faz o leitor pensar que cada vez mais encontramos tecnologias avançadas, mas conclui-se que não é por meio delas que ocorre a convergência. A convergência não se dá nas coisas, mas nas pessoas que a consomem.  É um processo ao mesmo tempo coletivo e individual porque vai sendo construído pelos indivíduos.
Outra análise de Jenkins é que a mesma informação encontra-se hoje não em um conteúdo apenas, mas em vários. Assim como temos uma diversidade de pessoas com gostos e experiências diferentes, cada uma delas tem por hábito procurar a informação onde mais se sente à vontade, onde mais se encontra disponível e onde mais sente confiança.
São tantas mudanças que é admissível que não estejamos prontos para atuar neste meio. Cada um a seu modo já atua, mas muitos se perdem tamanha a complexidade que está ali inserida. Quem dita a regra, agora, somos nós, o controle e o acesso à participação somos nós que determinamos. Tudo está ao alcance de todos seja a mídia tradicional, convencional ou alternativa. E acima de tudo está o poder do usuário em colaborar neste ciberespaço e contribuir com a inteligência coletiva. Sem o usuário participando, a cultura da convergência não tem razão de existir e de evoluir.

Catraca Livre – Minicurso Design na Educação – 23/10

 

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O curso “Design na Educação: resolvendo problemas com Design Thinking e Design for Change” acontecerá na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), no Centro de Comunicação e Expressão (CCE), Sala de Serigrafia – 006 (térreo), em Florianópolis, no dia 23 de outubro, das 14h às 22h. As inscrições são gratuitas  e podem ser feitas até dia 23. São apenas 25 vagas! Os participantes ganharão certificados de realização do minicurso em nome da UFSC.
Descrição: O minicurso oferecerá a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o Design na Educação e suas abordagens Design Thinking e Design for Change. Além de alguns conceitos fundamentais sobre Design na Educação e suas abordagens em questão serão feitas experimentações a partir das vivências educacionais dos participantes. O objetivo é utilizar de processos criativos e inovadores a partir de atividades colaborativas no contexto de um determinado problema para gerar soluções. Tudo isso com muita empatia e análise para adaptar as soluções rumo as melhores ações possíveis.
Público-alvo:  designers, professores licenciados das mais diversas área de conhecimento, educadores e comunidade interessada no tema.

Conteúdo programático:
 primeiramente será compreendido o que é Design na Educação e quais são suas possibilidades. Posteriormente a partir de problemas e desafios da educação serão utilizadas as abordagens Design Thinking e Design for Change em um processo prático de cocriação a partir de algumas etapas: Descoberta/Interpretação (Sentir) – Ideação (Imaginar) – Experimentação (Fazer) – Evolução (Compartilhar).
Facilitador: Thiago Reginaldo é Designer, especialista em Mídias Digitais, estudante de Pedagogia e Mestrando na linha de Mídia e Conhecimento na Educação. Atuou como pesquisador e Designer de Interação na Fundação CERTI em projetos voltados a convergência digital e Design Thinking na Educação. Foi professor da educação básica na Rede Marista de Solidariedade e atualmente dedica-se ao mestrado com pesquisas sobre os conhecimentos de Design na Educação.
Link para inscrições: http://inscricoes1.sepex.ufsc.br/.
Mais informações: http://designeducacao.com/2014/10/08/minicurso-design-na-educacao-23-de-outubro/

Fonte: Editado a partir de http://designeducacao.com/2014/10/08/minicurso-design-na-educacao-23-de-outubro/ (texto: Thiago Reginaldo)

ABED lança processo de autoavaliação de instituições de EaD

 

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Durante o 20º CIAED – Congresso Internacional de Educação a Distância, realizado semana passada pela Associação Brasileira de Ensino a Distância (ABED) ocorreu o lançamento do processo de autoavaliação institucional elaborado pelos profissionais do Centro Universitário Uninter, a pedido da ABED.
Serão critérios mais exigentes do que o sistema de avaliação utilizado pelo Ministério da Educação para que tais instituições possam detectar pontos fracos de suas operações e concertar essas falhas sem a interferência de agências externas. “Consideramos esse processo mais pedagógico e apropriado para concertar as falhas de um programa de EaD”, disse o presidente da ABED, Fredric Michael Litto.

20º CIAED refletiu crescimento e amadurecimento da EaD

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A diversidade e aprofundamento dos assuntos relacionados à Educação a Distância marcaram a 20ª edição do Congresso Internacional da ABED (20º CIAED), que reuniu de 6 a 9 de outubro mais de dois mil participantes entre professores, acadêmicos, palestrantes do Brasil e do exterior, prestadores de serviço e expositores.  “A riqueza dos temas e a qualidade dos trabalhos científicos, palestras e mesas-redondas são reflexos do crescimento e amadurecimento da Educação a Distância no Brasil e no mundo”, disse o presidente da ABED, Fredric Michael Litto.
Para ele é visível os avanços do setor e o aprofundamento de áreas específicas como gestão, avaliação, aprendizagem independente, entre outros. “Essa congregação de pessoas que debateram durante quatro dias os mais variados temas relacionados à educação a distância permite a conexão de conhecimento de especialistas no assunto espalhados por todo o Brasil e no mundo”.
A professora Araci Hack Catapan (UFSC), que estuda a EaD há 20 anos, lembra da primeira vez que participou do Congresso da ABED, em 1999, quando apresentou um trabalho científico. A partir daquele ano, esteve presente em  praticamente todos as edições do CIAED. Na edição deste ano, Araci esteve no evento apresentando um minicurso e duas mesas-redondas tratando dos temas gestão e docência. “A troca de experiência é muito enriquecedora e produtiva”.
Já para a pedagoga Liliane Abany (UFTM) representante da etnia Xavante, assistiu palestras e minicurso direcionados às áreas de tecnologia e redes sociais. “Com certeza vou aplicar em sala de aula os conhecimento aqui adquiridos”, disse.
Expositores também elogiaram o evento. Alexandre Ponzetto, da Unip, um dos patrocinadores, destacou como positiva a presença da instituição no Congresso. “Foi possível realizar muitos contatos e estar por dentro das tendências e projeções da EaD”.

Texto: Brisa Teixeira (escrito para o Diário da Uninter durante o 20º CIAED)